Aumenta o furto de hidrômetros em Macapá

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Em menos de dois meses cerca de 150 hidrômetros foram furtados em Macapá. Isso vem preocupando a Companhia de Água e Esgoto do Amapá (Caesa). Segundo a estatal, o material usado na fabricação dos hidrômetros não tem valor comercial.

Na opinião da diretora comercial da Caesa, Magaly Xavier, irmã da deputada estadual e primeira-dama do Estado Marília Góes (PDT), os furtos ocorrem com freqüência porque os criminosos acreditam que o equipamento atual tenha o mesmo valor comercial que o material antigo.

“Os ladrões pensam que usamos ainda hidrômetros antigos, que continha cobre e ferro. Após o furto quando descobrem que não tem valor algum, eles jogam fora. O furto dos hidrômetros gera um prejuízo enorme porque a empresa não consegue controlar o fluxo de água”, explica a diretora.

Para evitar cenas como essas, a Caesa decidiu instalar equipamentos fabricados com outro tipo de material, que, segundo a diretora, se resume a lata e plástico.

A companhia pede para que a população denuncie o crime para a polícia ou ligue para a ouvidoria da estatal: 99901-2415.

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